Aplicações web
Valide caminhos de ataque em aplicações críticas e mudanças que podem alterar a exposição do negócio.
ARES by Vultus · Pentest AI
Arquitetura adversarial multiagêntica desenvolvida no Brasil. O Ares aplica o conhecimento do Red Team da Vultus a testes contínuos em aplicações e APIs, com evidências técnicas e supervisão humana.
Da exposição à evidência
É uma abordagem de teste de intrusão em que agentes de IA investigam uma superfície autorizada, formulam hipóteses de ataque e validam vulnerabilidades de forma controlada.
No Ares, a automação apoia o reconhecimento, a exploração validada e a documentação dos achados. Os especialistas da Vultus revisam o contexto, o impacto e as prioridades. Essa combinação permite testar com mais frequência e apoiar a decisão sobre o que corrigir primeiro.
Valide caminhos de ataque em aplicações críticas e mudanças que podem alterar a exposição do negócio.
Investigue riscos em superfícies dinâmicas, incluindo autenticação, acesso e fluxos de negócio.
Use as evidências técnicas para orientar a mitigação e validar novamente o escopo após mudanças.
Tecnologia própria · Experiência ofensiva aplicada
Múltiplos agentes de IA atuam em uma arquitetura orientada à investigação ofensiva. O harness é a camada de orquestração construída pela Vultus para aplicar seu conhecimento de Red Team aos testes.
Essa tecnologia reúne mais de 18 anos de experiência em segurança ofensiva e as táticas, técnicas e procedimentos (TTPs) do Red Team da Vultus. O objetivo é testar caminhos de ataque relevantes para o ambiente e produzir evidências que ajudem a priorizar a resposta.
Conhecimento ofensivo acumulado pelo Red Team da Vultus, incorporado ao harness proprietário do Ares.
Tecnologia brasileira em uso por empresas, com cases públicos que documentam a aplicação dos testes autônomos.
Quadrante líder em Risk-based Vulnerability Management no ISG Provider Lens™ Cybersecurity Brazil 2025.
Conheça o reconhecimento da Vultus ↗Pentest com IA em ação · Série da Vultus
Killchains executadas pelo Ares, explicadas pela Vultus. Veja como uma exposição inicial se conecta a caminhos de ataque e ao impacto potencial para o negócio.
Uma killchain é a sequência de etapas de uma cadeia de ataque. Nesta série, simulações ofensivas documentadas mostram como o Ares testa hipóteses, reúne evidências e orienta a correção.
Uma simulação que partiu de uma credencial exposta e reconstruiu caminhos até dados pessoais e infraestrutura cloud. Veja como o Ares conectou evidências para demonstrar o impacto potencial.
Assistir no YouTube ↗Uma operação iniciada por um pedido em linguagem natural, com 7h30 de execução autônoma. O episódio explica como hipóteses de ataque se tornaram uma cadeia de exploração documentada.
Assistir no YouTube ↗Uma falha criada em contexto de vibe coding virou ponto de partida para uma simulação ofensiva. Entenda como o Ares identificou a brecha e reuniu evidências para orientar a correção.
Assistir no YouTube ↗Como funciona o Ares
O ponto de partida é um escopo aprovado, com limites de execução e objetivos definidos. A investigação registra os caminhos testados e os achados para que a equipe possa revisar as evidências e agir.
Explore o Ares →Uma operação complementar
Scanners ajudam a identificar possíveis vulnerabilidades. O pentest busca demonstrar como uma falha pode ser explorada e qual é seu impacto. No Ares, os agentes testam hipóteses ofensivas e documentam evidências para apoiar essa validação.
O pentest manual e o Red Team continuam relevantes quando o trabalho exige aprofundamento, criatividade e contexto. A camada autônoma amplia a recorrência entre essas avaliações, com revisão humana no processo.
Quando usar
Cases e imprensa
Experiências publicadas pelo Security Leaders mostram a aplicação de testes autônomos em diferentes setores. A EXAME apresenta a tecnologia e a expansão da Vultus.
Security Leaders ·
Um case público mostra como o Ares executou um pentest em cinco horas, com evidências técnicas para orientar a correção de vulnerabilidades.
Ler case no Security Leaders ↗Security Leaders ·
Em um ambiente digital complexo, testes com IA identificaram falhas que não haviam aparecido na avaliação tradicional e apoiaram a priorização das correções.
Ler case no Security Leaders ↗Security Leaders ·
Uma aplicação crítica foi avaliada com agentes autônomos, gerando achados documentados e direcionamento para a equipe de segurança agir com mais agilidade.
Ler case no Security Leaders ↗Os resultados relatados se referem a escopos específicos. Leia cada matéria para conhecer o contexto completo.
EXAME · Negócios ·
A reportagem destaca o Ares, a tecnologia proprietária e o aporte de R$ 8 milhões na Vultus para ampliar seus produtos de cibersegurança.
Perguntas frequentes
A operação do Ares combina automação com supervisão humana. Os especialistas mantêm a análise de contexto, a validação e o aprofundamento técnico quando necessário.
O objetivo do Ares é validar riscos exploráveis com hipóteses de ataque e evidências técnicas. Scanners são úteis para levantar possíveis falhas; a validação ofensiva aprofunda o entendimento de como elas podem afetar o ambiente.
As superfícies, os objetivos e os limites de execução são combinados antes da operação. A demonstração é conduzida em escopo aprovado e acompanhada pela Vultus.
Significa que múltiplos agentes de IA atuam em uma arquitetura orientada a testar hipóteses de ataque. No Ares, um harness proprietário da Vultus coordena essa atuação e incorpora a experiência e as TTPs do seu Red Team, com escopo autorizado e supervisão humana.
Sim. A proposta é manter uma camada recorrente de validação ofensiva, incluindo mudanças em aplicações e retestes após correções, complementando as avaliações periódicas.
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Conheça o Ares e alinhe um escopo de demonstração com nossos especialistas.